segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Futebol, acaso



Estou lendo o livro ‘Guardiola – Confidencial’. Ontem, dando continuidade à leitura, uma frase me chamou atenção na abertura do Capítulo 4: “As pessoas têm a mente aberta em relação às coisas novas, desde que sejam exatamente iguais às velhas.” – Charles Kettering. Hoje, pela manhã, leio um texto que o título é ‘O homem mais rico é aquele cujos prazeres são mais baratos’. A publicação busca entender um pouco sobre a busca à felicidade, contextualizada com o exemplo da jornada de Christopher McCandless (aquele do filme/livro intitulado – Into The Wild).

Qual seria a relação entre os dois conceitos? Basicamente, a (s) mudança (s). Você é realmente feliz? Para que a resposta seja positiva, acredito eu, é fundamental estar em frequente mudança. Em todos os âmbitos da vida, e que as mudanças não sejam relacionadas basicamente aos antigos costumes. Sair da zona de conforto é um processo difícil e complexo, todavia pode tornar-se prazeroso.

O que te faz feliz? Qual é seu objetivo de felicidade? Você está na frequente busca para consegui-lo? Independente das respostas, o resultado tampouco interessa. Essa é a parte essencial. A jornada que tenta te levar ao objetivo final é o mais importante, desde que a mudança/evolução seja o caminho utilizado.

"É nas experiências, nas lembranças, na grande e triunfante alegria de viver na mais ampla plenitude que o verdadeiro sentido é encontrado." - Christopher McCandless

Shizuo Alves, 3 de maio.

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